PoLaRaMinE

Como adorar as drogas...



Quarta-feira, Abril 28, 2004

Longe da vida Urbana.

Um final e um começo de semana diferente. Fomos para a fazenda no sábado, sem televisão, sem telefone e sem celular. Estrada de barro, morros, açude. Mais paz impossível. Estava tudo perfeito, comida maravilhosa, tudo muito maravilhoso. O verde da vegetação, o azul do céu, a cor encarnada do açude.

A casa com as janelinha azuis, o som que ecoava dentro da casa, as rãs que habitavam o banheiro, as jogadas entorpecidas no sótão. Foi tudo muito Barroco, muito Bucólico, só faltava Maria de Dirceu.

O céu, as estrelas nuas, a lua sorridente de Alice.

O que vamos jogar essa noite? Master, Scotland Yard, War, gamão, buraco?
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Por trás da beleza da fazenda.

Claro, que se tratando de Cecília, alguma coisa tinha que acontecer. Vou enumerar as minhas leseiras:

Leseira 1: Depois de uma longa caminhada, de uma bela nadada no açude, de um almoço dos Deuses, nada melhor que uma partida de Gamão. Existiam dois copos de couro para balançar e lançar os dados, um copo com cerveja dentro. O que Cêzinha fez? A inteligência rara aqui, simplesmente jogou os dados dentro do copo de cerveja. Notei que algo estava estranho, o barulhinho que o dado fez, era diferente, um "glup".

Leseira 2: No outro dia resolvemos jogar buraco e tomar uma cerveja. Ótimo, já diria Chico Science, "Uma cerveja antes do almoço é muito bom pra ficar pensando melhor". O que poderia acontecer? É claro que ia derramar o copo de cerveja em mim. Daí você começa a pensar, pra ser positivo, é claro, "alguma coisa me dizia pra não beber", "foram os Santos me protegendo!". Ainda acho que foi uma maldição da Skol para eu nunca tomar outra cerveja. Eu entendi o recado, tá?

Leseira 3: Não entra no conceito de leseira, mas foi ridículo, então, tem que ser contado. Estávamos no Sótão tentando jogar o caso 82 de Scoland Yard, que é absurdo, por sinal. Do nada aparece uma formiga de asas e me pica bem na virilha, que dor, eu estava de saia comprida (aquela mesma do ônibus). Eu ainda vi a maldita andando na minha saia e comecei a gritar: "mata", "mata". Eu só escutava: "tira a saia", "tira a saia". Pensei nem duas vezes tirei a saia e joguei no chão. Imaginem que cena linda! Quem estava no sótão? Mila, Ivna e Thiago. Pior séria se pior fosse.

Eu me diverti demais nesses últimos dias. Obrigada, Mila, Ivna, Thiago e Juliano por todos os ótimos momentos na fazenda. E desculpa o espirito abusado que baixou em mim algumas vezes.

Se lembrarem de mais alguma leseira minha pode me lembrar.

Beijocas.

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postado por: CECÍLIA JAPIASSÚ PORTO 2:16 PM


Sábado, Abril 17, 2004

Quem está postando é Vivi, mas o texto é de Cê. A idéia é a seguinte: ela o escreveu e a história pede um final.
Então, estejam a vontade para dar o fim deste conto, que digamos mescla a saudade, tristeza, mas ainda assim possui um caráter de esperança em tons, que só quem conhece Cê, sabe... Beijos e Abraços para todos... Ciao!!!
Vivi...


Ao abrir os olhos sentia o gostos da lágrima ultrapassando seus lábios. Uma dor grandiosa que lhe paralisava: não pensava, não comia, nem sorria. Na vida desgraçada recorreu à tristeza como leal amiga. Nas manhãs ensolaradas simples choro. Nas noites tempestuosas desespero e pranto. Automaticamente ao acordar dava vida gramofone. Aquelas canções tristes lhe tiravam o vazio da vida, enquanto aquele conjunto de notas, que de modo suave penetrava sua mente e a lembravam do seu marido morto, que só fora feliz com ele, e sua morte a arrasara. Passava seus dias a ouvir músicas que o lembravam e que por momentos o trazia de volta em seus braços, chorava de dor e de saudade...

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postado por: CECÍLIA JAPIASSÚ PORTO 10:21 PM


Sexta-feira, Abril 09, 2004

Bem, um post pequeno, mas pra desejar uma ótima Páscoa, que comam chocolates com moderação!
É isso aí,
Beijão,
Cê.

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postado por: CECÍLIA JAPIASSÚ PORTO 10:24 AM




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